
...Ninguém pode tirar de você...
...A graça de se sentir querido.
...A fé no amor, mesmo em tempos de guerra.
...A força para transformar a vida.
...A esperança de realizar seus sonhos.
...A liberdade de mudar de idéia.
...A humildade de se saber imperfeito.
...A vitória de ter resistido a uma tentação.
...A coragem de ser simplesmente você.
...A honestidade de assumir as suas limitações.
...A disposição de tentar mais uma vez.
...A vontade de enfrentar desafios.
...A capacidade de pedir ajuda.
...A sensação de dever bem cumprido.
...A certeza de que a vida sempre vale à pena
(recebi de uma amiga e assino embaixo)

Amigos queridos,
Vou passar o Natal em casa e logo depois estarei indo viajar para Angra, e assim estarei ausente. Este blog entra em férias e volta no ano de 2007, se Deus quiser. Espero encontrar tôdos meus amiguinhos aqui no próximo ano. Afinal estou aqui por tres anos e já criei um vinculo com alguns. Já ri e chorei muito. É tudo de bom. Tenho muitos ombros amigos aqui e quero agradecer do fundo do meu coração. Não vou citar nomes. Minha cabeça anda "faiando" e assim posso esquecer algum nome e não vou gostar disso.
Um beijinho em cada coração....

Apenas um pedido...
Quero fazer apenas um pedido, espero que não fique perdido...
Que tal, meu bom velhinho,depois de acordar, distribuir um tantico
de carinho, fazendo essa turma entender que, para deixar de sofrer,
tem que raiva e odio esquecer...
Botando a mão na consciência, e com um pouco de paciência, vamos sentir
e bem distribuir amor, carinho, perdão... para encher nossa alma de
satisfação...
Autoria: Marcial Salaverry

Feliz Natal!!!
Que a mesa seja farta não somente de comidas gostosa, mas também de muita harmonia e amor com tôda familia reunida.

Entrei na igreja vazia.
Sempre amei as igrejas assim, em seu silêncio que embala a alma, sem olhares e conversas fora de contexto para o local.
A luz do sol, filtrada pelos vitrais, era belíssima. Os tons variados de suas cores davam um ar celestial àquele instante.
De repente o silêncio foi quebrado pelo ruído da porta. Por ela um menino, nove ou dez anos talvez, entrou e passou pelo corredor parando defronte o altar.
Ele parecia não ter me visto, ou isso não era importante para ele. Sua roupa era tão simples quanto surrada. Seu andar tranqüilo, como se a pressa fosse algo estranho para ele, levava-o como se navegasse no vento.
Então ele se ajoelhou. Ouvi sua voz ecoar pela nave.
“Deus! Vim hoje aqui pra falar com Você, sobre algumas coisas que estão me incomodando. Não quero pedir nada para mim, porque o Senhor já me deu saúde e isso é muito bom. Mas é que existem muitas outras crianças doentes, sem hospitais, médicos e remédios. Papai me disse que isso deve melhorar, porque as eleições estão próximas e, pelo menos nessas épocas existem socorro aos mais carentes. Não entendo direito isso, mas pensava que esse socorro devesse existir sempre. Então quero dizer: daria para o Senhor providenciar um pouco do sentimento de bondade para o coração daqueles que mandam nestas coisas aqui na Terra?
Sabe Deus, ontem fui ao enterro de um amiguinho meu, que não teve socorro médico. Não gostei de ver tudo aquilo. Dói muito dentro da gente, sabe? Vou esperar o Senhor fazer alguma coisa. Obrigado. Um beijo! ”
Então ele se levantou, se benzeu, girou nos calcanhares e começou a sair. Pude ver o reflexo das luzes coloridas nas lágrimas escorridas pelo seu rosto quando passou por mim.
De pouquíssimas coisas tenho certeza nesta vida, mas uma delas não me sai da cabeça: naquele momento eu havia conhecido – pessoalmente – o Espírito do Natal!
(Joaquim Saturnino da Silva)

Podemos brindar.
Já tirei os dois caroços.
Agora que foi uma chatice. Foi. Parecia que seria uma tremenda cirurgia. Isso tudo porque, logicamente, eles querem levar dinheiro do plano de saúde. Que levem. Eu pago direitinho. O médico foi a parte. Vou tirar os pontos nesta quinta feira. Aí eu pago e pego o recibo.
Verinha, espero que você esteja se cuidando, viu?
Sabe que do lado de cá estou sempre torcendo por voce, Rafinha e Gabi.
Agora vou me deitar. Outro dia volto para visitar a galerinha aqui com calma.

Do Fundo do Fim do Mundo
Do fundo do fim do mundo
Vieram me perguntar
Qual era o anseio fundo
Que me fazia chorar.
E eu disse: É esse que os poetas
Têm tentado dizer
Em obras sempre incompletas
Em que puseram seu ser.
(Fernando Pessoa)
Agora falando um cadinho de mim, como de costume.
Amanhã vou ao hospital. Nada demais. Apenas tirar um carocinho
das costas. Ele já está aí faz um bom tempo. Só que tadinho.
Destas vez tá pedindo pra sair. Depois eu conto como foi.

Bem amigos,
Minha filha já foi para a casa dela.
Eu diria que aqui ficou muito vazio. Sem cachorro e netinho.
Eu reclamava da bagunça. Agora sinto falta.
Hoje eu fui visitar a familia tôda. Ainda estão no meio de algumas caixas, mas estão bem.
Ela é bem devagar mesmo. Se fôsso eu, já estava tudo no lugar..rs..rs.
Tenho uma novidade não muito boa, mas vou contar assim mesmo.
Hoje fui ao meu médico (psiquiatra) e ele me passou mais um remédio para tomar.
O nome é Lamitor. Comecei a me sentir a própria drogada. Já que tomo topamax, fazem alguns meses.
Deixa pra lá. Tôdos aqui tem seus probleminhas e assim vamos tocando nossa vida da melhor forma possivel.
Um beijinho e até qualquer hora. Vou me deitar.