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Meu Perfil
Nome: Maria Lúcia
Nickname: Lúcia
Idade: 55
Niver: 30 de novembro
Onde: Rio de Janeiro/RJ
Signo: sagitário
profissão: Aquela antiga..do lar
adoro: Jogar tenis
defeitos: Vários...




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:: 24 de abril, 2008 ::
![!cid_image001.jpg@01C8A474[1]](http://www.maluci.net/archives/!cid_image001.jpg@01C8A474[1])
- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Boas escolhas .
- Mas como fazer boas escolhas?
- Experiência - diz o mestre.
- E como adquirir experiência, mestre?
- Más escolhas.
Este show eu achei fantastico. Vale conferir. É só clicar aqui
Ligue o som. Beijinho e um ótimo fim de semana. Vou viajar com o meu filhote para tentar me distrair um pouco.
:: 21 de abril, 2008 ::

Não tenho me sentido só. Sabe porque?
Tenho esse filhão. Demais.
Ele me liga praticamente tôdos os dias. Além de estar presente também.
Fico preocupada com ele. A barra pesada fica direto em suas costas.
Todas as noites rezo para que Deus ilumine sua mente e coração.
Minha nora também tem me surpreendido. Não posso falar ao contrário da minha filha, mas ela tem meu netinho e assim fica mais difícil.
Sei lá, vamos lá. Ele é especial mesmo.
Te amo meu querido!!!!!!!!!
:: 20 de abril, 2008 ::

A MENTE MENTE...
Entenda essas palavras com o coração e muitos de seus problemas deixarão de existir.
A mente mente!
Nossos pensamentos sempre nos parecem ser reflexos da
verdade, e quando eles são ruins, autodepreciativos vivemos de forma amarga e presa.
Tão presa, que não percebemos que estamos sendo também o carcereiro...
Juro que isso é verdade!
Prendemo-nos num mundo amargo que formamos na própria cabeça.
O que não é necessariamente a verdade! A mente mente!
Muito do que acreditamos são crenças adotadas;
situações de tudo o que vivemos na vida!
Coisas que ouvimos de nossos pais, tios, avós, amigos e
inimigos...
Um modo de enxergar as coisas, mas através dos olhos de outras pessoas...
Variadas pessoas, com variados conteúdos, interesses e variadas crenças...
E vamos tocando a vida sem nos "re-questionar" sem "re-decidir" o que pensamos a respeito.
Qual é a nossa opinião?Como queremos agir?
O que de verdade tem valor?
É SO O QUE IMPORTA!
Tentar confiar nos pensamentos, nos sentimentos, nas
qualidades, até que provem o contrário.
Que "pro-vem" o contrário...
Tentar buscar a tênue linha que divide a imaginação da
realidade. Pois a mente mente!
(autoria Kuca)
:: 16 de abril, 2008 ::

Não podemos brincar não!!
Só eu conheço tres pessoas que estão com dengue. Eu já estou com paranóia e vivo me coçando. Ja acho que o mosquito me pegou.
Aqui em casa onde eu moro tem bastante mosquito. Nos fins de semana eu gosto de ficar na varanda olhando o ceu e curtindo a minha bebidinha. Atualmente sozinha, infelizmente. Agora sempre com um repelente.
É preocupante mesmo. Fico olhando no jardim para ver se tem alguma coisa que esteja com água parada. Faço a minha parte, e o poder público?
Frase interessante. (sem autor)
"Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos."
:: 15 de abril, 2008 ::

Uma longa estrada eu tenho que percorrer ainda.
Não esta nada fácil. Aquele vazio e tudo muito estranho.
Estava acostumada apenas a cuidar da casa e agora me vejo assinando papeis e cheques.
Como sinto falta do meu fôfo para resolver as coisinhas da vida.
Meus filhos tem estado presente, mas não é a mesma coisa. Eles vem e vão, claro.
Estou tentando levar a vida o mais normal possível.
Fui a churrasco no sabado. Aniversario de um grande amigo.
Ele me fez uma grande surpresa. Um carinho.
Me chamou no microfone e me entregou um album com os melhores momentos que tivemos. Nós. Eu, maridão, ele e sua esposa.
Nesse album só tinha alegria. Muito fôfo.
Agora vou dar uma saida. Estou também resolvendo assuntos de documentos.
É outra fase muito chata assumir o novo estado de viuva.
:: 09 de abril, 2008 ::

Não posso
Não é possível
Digam-lhe que é totalmente impossível
Agora não pode ser
É impossível
Não posso.
Digam-lhe que estou tristíssimo, mas não posso ir esta noite ao seu encontro.
Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar
Muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo.
Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo
E as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo
A saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo
Nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe
Que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso
reconquistar a vida
Façam-lhe ver que é preciso eu estar alerta, voltado para todos os caminhos
Pronto a socorrer, a amar, a mentir, a morrer se for preciso.
Ponderem-lhe, com cuidado – não a magoem... – que se não vou
Não é porque não queira: ela sabe; é porque há um herói num cárcere
Há um lavrador que foi agredido, há um poça de sangue numa praça.
Contem-lhe, bem em segredo, que eu devo estar prestes, que meus
Ombros não se devem curvar, que meus olhos não se devem
Deixar intimidar, que eu levo nas costas a desgraça dos homens
E não é o momento de parar agora; digam-lhe, no entanto
Que sofro muito, mas não posso mostrar meu sofrimento
Aos homens perplexos; digam-lhe que me foi dada
A terrível participação, e que possivelmente
Deverei enganar, fingir, falar com palavras alheias
Porque sei que há, longínqua, a claridade de uma aurora.
Se ela não compreender, oh procurem convencê-la
Desse invencível dever que é o meu; mas digam-lhe
Que, no fundo, tudo o que estou dando é dela, e que me
Dói ter de despojá-la assim, neste poema; que por outro lado
Não devo usá-la em seu mistério: a hora é de esclarecimento
Nem debruçar-me sobre mim quando a meu lado
Há fome e mentira; e um pranto de criança sozinha numa estrada
Junto a um cadáver de mãe: digam-lhe que há
Um náufrago no meio do oceano, um tirano no poder, um homem
Arrependido; digam-lhe que há uma casa vazia
Com um relógio batendo horas; digam-lhe que há um grande
Aumento de abismos na terra, há súplicas, há vociferações
Há fantasmas que me visitam de noite
E que me cumpre receber, contem a ela da minha certeza
No amanhã
Que sinto um sorriso no rosto invisível da noite
Vivo em tensão ante a expectativa do milagre; por isso
Peçam-lhe que tenha paciência, que não me chame agora
Com a sua voz de sombra; que não me faça sentir covarde
De ter de abandoná-la neste instante, em sua imensurável
Solidão, peçam-lhe, oh peçam-lhe que se cale
Por um momento, que não me chame
Porque não posso ir
Não posso ir
Não posso.
(O poema acima foi extraido do livro "Antologia Poetica",
Editora do Autor - Vinicius de Moraes)
:: 07 de abril, 2008 ::
 Recados e gráficos pro Orkut
Achei muito bonitinha esta imagem e mensagem para Orkut.
Aliás falando em Orkut. Eu tenho encontrado amigos que não vejo a muitos anos no Orkut, mas me falaram que tem muita gente que age de má fé no Orkut. Se bem que aqui também. Não me importo. Sei que na grande maioria dos amigos que fiz aqui são queridos e sempre recebi muito carinho por emaill e aqui. Ja ri e chorei junto com todos aqui. Nesse meu momento de dôr todos tem me dado um ombro amigo e uma mão para eu me levantar.
Que a semana seja de muita paz e amor para todos.
:: 06 de abril, 2008 ::

Chega de mentir para mim propria e para voces..não está fácil e ainda estou meio perdida...de qualquer forma estou na procura.
Eu fico mesmo chorando agarrada as roupinhas dele!!!
Vou aos eventos e fico sorrindo sim.
Brinco com o neto e acho graça em tudo. (tudo mentira)
Agora entra a burocracia que se chama DINHEIRO. Ai é FOOODA.
Obrigado amiga Myrian, mas....
Eu detesto ter que me envolver nesta area e não vai ter jeito.
Não sei fazer conta.
Sabe aquele tipo de pessoa que conta nos dedos??
Sou eu!!

"Senhor, nesta hora de dor sinto-me isolado, parece-me que nem sentir sua força me é possivel.
Como o Sol que emerge da noite para iluminar o dia, peço-lhe que transforme em esperança a minha melancolia.
Como a chuva de verão que refresca o campo, suaviza o calor da revolta pelo que o destino me impôs, que por vezes me exalta.
Como o som suave das ondas do mar, indo e vindo, invade a noite na praia, embala o meu repouso.
Como a música do vento nas folhas das árvores, canta para mim uma canção que me permita relaxar.
(Celina Fioravanti)
:: 01 de abril, 2008 ::

SE FOR ...
Se for pra esquentar, que seja no sol..
Se for pra enganar, que seja o estomago..
Se for pra chorar, que se chore de alegria.
Se for pra mentir, que seja a idade..
Se for pra roubar, que se roube um beijo..
Se for pra perder, que seja o medo..
Se for para cair, que seja na gandaia..
Se existir guerra, que seja de travesseiros..
Se existir fome, que seja de amor..
Se for pra ser feliz...que seja o tempo todo !!!!
(Mário Quintana)
Os dias tem sido difíceis, mas tenho conseguido me sustentar em pé.
As noites são piores. Falta ele para conversar e até mesmo para discutir.
Ganhei um livro de nome "Como enfrentar situações de Perda". Mas não sei porque, não consigo me concentrar.
Meus filhos tem me dado bastante suporte. Mas tem uma coisa que eu detesto. Depender seja lá de quem fôr e dar trabalho para familia ou amigos. Sei que a vida é de trocas. Enfim ninguém é perfeito.
Vou ficando por aqui. Mais tarde vou visitar meus amigos.
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