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Meu Perfil

Nome: Maria Lúcia
Nickname: Lúcia
Idade: 55
Niver: 30 de novembro
Onde: Rio de Janeiro/RJ
Signo: sagitário
profissão: Aquela antiga..do lar
adoro: Jogar tenis
defeitos: Vários...



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:: 31 de agosto, 2008 ::

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Meus amigos..estou cansada e não sei até se vou continuar com o meu blog.
Não tenho tempo para visitas. Nem mesmo para pensar nos meus sentimentos para colocar aqui da forma que eu gosto.
Voces sabem que não sei escrever. Eu tenho uma pastinha com lindas mensagens e poesias onde no dia que acho que encaixa, pronto coloco aqui. Mas de coração.
Ontem o meu filho me falou que a secretaria do meu querido quer sair.
Dou a maior fôrça. Ela perdeu trabalho e tambem vai perder muitos beneficios que eu não posso pagar.
Meu marido, super generoso, pagava plano de saúde para a familha toda.
Eu não posso!!!!! Ela sabe disso.
Bem, ainda não conversamos. Meu filho é que tem cuidado de todos os assuntos.
Meu Deus, porque é tão complicado a morte?
Além do sofrimento vem a familha brigar pelos bens materiais.
Eu quero ajudar aos mais necessitados e fico atrapalhada.
Hoje eu vou rezar para que Deus me ilumine. Afinal o meu filho tem apenas, 29 anos!!! O que ele sabe da vida??
Quando eu vi ele cortar um monte de coisinhas da secretaria, eu fiquei meio assustada. Mas foi logo depois que meu amado tinha ido.
Meu Deus me ajude....................



:: 28 de agosto, 2008 ::

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Bóiam farrapos de sombra

Bóiam farrapos de sombra
Em torno ao que não sei ser.
É todo um céu que se escombra
Sem me o deixar entrever.
O mistério das alturas
Desfaz-se em ritmos sem forma
Nas desregradas negruras
Com que o ar se treva torna.

Mas em tudo isto, que faz
O universo um ser desfeito,
Guardei, como a minha paz,
A 'sp'rança, que a dor me traz,
Apertada contra o peito

(Fernando Pessoa)

Cheguei bem de Buzios. Não peguei transito.
Esta semana eu fui a um medico que varias pessoas me indicaram. Ele é clinico geral. Preciso fazer um check up. Todas as emoções que tenho passado mexeram muito comigo. Mas voces não sabem o que aconteceu!
Chego lá e o medico me examina. Faz aquele monte de perguntas. Eu levei um papel para não esquecer nada. Disse todos os remedios que tomo. Falei tudinho. No final da consulta, eu disse:
- Pois é doutor, eu ando assim porque o meu marido faleceu tem pouco tempo. Fevereiro deste ano!!
Ele vira para mim e diz:
- Minha espôsa também! Ela faleceu em março.
Eu fiquei com uma cara!! Eu sei que ele me pediu um monte de exames e falou que depois de todos prontos eu voltasse.
Eu sei que sai do consultório pensando muito e falei comigo mesma:
- Será que ele esta sofrendo assim como eu??
Claro, né! Mas é que eu fiquei olhando pra ele e querendo enxergar o mesmo sofrimento que eu sinto. Mas como eu sou burra!! Nós humanos somos diferentes e sentimos diferentes!!
Bem, vou parar por aqui. Minhas costas começaram a doer.



:: 24 de agosto, 2008 ::


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Carácoles....eu simplesmente apaguei meu post anterior.
Eu aprendi a mexer em computador assim. Então, volta e meia faço umas bobagens.....
Estou em Buzios. Os meninos ja foram embora e amanha eu pego a estrada, se Deus quiser.


Alternativas...

As facilidades da vida nos limitam. Todas as nossas perfeições nos deixam assim preguiçosos e acomodados. Não desenvolvemos, por que não vemos a necessidade de ir além. É como ter acesso a algo e nunca buscá-lo, exatamente por que está ali, disponível. Nos extasiamos diante daqueles que encontram dificuldades e as vencem. Ficamos boquiabertos diante de vídeos de deficientes que fazem muito mais que nós e nesses instantes nos sentimos culpados. Mas isso passa logo. Poderíamos, nesse caso, nos perguntar quem é o verdadeiro deficiente. Nos esquecemos que a vida é cheia de alternativas e nos bloqueamos diante do primeiro muro. Precisaremos primeiro estar cegos para que possamos desenvolver nossos outros sentidos? Será necessário perder o uso das pernas para se fazer uso das mãos e da mente? Deus nos vê e Seu coração deve ficar apertado. Então Ele permite as dificuldades, não para nos maltratar, mas para que possa sair de nós o que melhor temos, como a pérola fechada na concha e infinitamente mais linda que sua roupa. A vida nos mói, amassa, derruba muitas vezes para que possamos encontrar as saídas, para que possamos aprender a enxergar com os olhos da fé, para que possamos desenvolver outros sentidos e enriquecer nossas vidas. Para que possamos ser exemplo para os que vêm atrás de nós, assim como são para nós aqueles que seguem adiante e nem sequer compreendemos como é que conseguem as forças. Não é a cegueira ou os defeitos físicos que nos tornam incapazes e debilitados, mas a cegueira e defeitos da acomodação, do desânimo, da falta de perseverança. As alternativas não faltam na vida. O que falta, muitas vezes, é a motivação. E se esta não vem por si só, será necessário sim uma queda, uma perda, uma dor para que possamos florescer e mostrar ao mundo do quanto somos capazes.

(Letícia Thompson)



:: 22 de agosto, 2008 ::

buzi.bmp

Estou exatamente assim.
Agora estou esperando os filhotes chegarem.
Mas eu trouxe o meu laptop..hehehehe..assim eu não fico tão só...

"Que a felicidade não dependa do tempo,
nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro.
Que ela possa vir com toda a simplicidade, de
dentro para fora, de cada um para todos.
Que as pessoas saibam falar, calar, e acima de
tudo ouvir.
Que tenham amor ou então sintam falta de não tê-lo.
Que tenham ideal e medo de perdê=lo.
Que amem ao próximo e respeitem sua dor, para que
tenhamos certeza de que viver vale a pena!!...."

(desconheço autoria)



:: 13 de agosto, 2008 ::

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INFÂNCIA

Recordo minha infância...
Grande saudade me trás.
Faz tempo que fui criança...
E nem tanto tempo faz.

Como é hoje, ela não era...
Infância dos eletrônicos...
Era infância de quimeras.
Não existiam os biônicos.

Nossos brinquedos fazíamos...
Com madeiras... Lata de azeite.
E desde pequenos sabíamos...
Da vaca é que vinha o leite.

Juntávamos a vizinhança...
Para fazer piqueniques.
Hoje vive na lembrança...
Casinhas de pau a pique.

A criatividade se usava...
Para criar uma boneca.
Dos retalhos que a mãe nos dava...
Fazíamos até petecas.

Os meninos eram inventores...
Caminhõezinhos construíam.
Não tinham computadores...
Com suas mãos é que faziam.

Hoje crianças têm tudo...
Com muita coisa ela brinca.
Passam o dia quase mudo...
No celular jogam trinca.

Chocolates?
Uma barrinha...
Na Páscoa e no Natal...
Isso quando o Pai tinha...
Dinheiro para compra tal.

Balas?
Às vezes aos domingos...
Quando o Pai ia ao bar.
Víamos do bolso fundo surgindo...
Um punhado para nos agradar.

Hoje?
Chocolates todo dia...
Balas a revelia...
Não tem o mesmo sabor!
Não se dá menor valor.

Existe ainda na roça...
Infância como a nossa.
Mas infância na cidade...
É cheia de modernidade.

Pena terem deixado...
Valores tão raros desaparecer.
Com a vida facilitada...
Criança não sabe mais agradecer.


(recebi por email da Myrian)


Hoje entrei em uma loja de brinquedos e resolvi comprar uma coisinha para o meu netinho. Fiquei olhando os brinquedos.
Cada monstrinho!! Eu não sei como não assustam as crianças!!
Eu sei que ele ainda não conhece bem, pois ainda esta com dois anos e meio. Assiste pouco tv. Daqui a pouco pelos desenhos vai ser isso que vai pedir.
No meu tempo éra o Tom e Jerry, Pica Pau. Tão bonitinho!!
Agora são mascaras horrorosas e cada boneco de arrepiar..rs..rs.
Enfim, é a modernidade. Vou aprender com o meu neto.
Acabei comprando uma coleção de carrinhos que ele adora.



:: 10 de agosto, 2008 ::

SILENCIO 3.jpg

Do mal, muita coisa boa resultou.
Mantendo-me calmo, nada reprimindo, permanecendo atento e aceitando a realidade.
Vendo as coisas como elas são e não como eu queria que elas fossem.
Ao fazer tudo isso, adquiri um conhecimento incomum, assim como poderes invulgares, de uma amplitude que jamais poderia ter imaginado.
Sempre pensara que quando aceitamos as coisas, elas nos sobrepujam de um modo ou de outro.
Resulta que isso não é verdade em absoluto.
É somente aceitando as coisas, que podemos assumir uma atitude em relação a elas.
Por isso, tenciono agora fazer o jogo da vida, ser receptivo a tudo que me chegar, bom e mal, sol e sombra alternando-se eternamente; e, desta forma, aceitar também minha própria natureza, com seus aspectos positivos e negativos.
Assim, tudo se torna mais vivo para mim.
que insensato eu fui! Como me esforcei para forçar todas as coisas a harmonizarem-se com o que eu pensava que devia ser...

(Carl Gustav Jung)

Será que eu consigo?
Li esta mensagem e fiquei refletindo algum tempinho. Então resolvi colocar aqui no meu blog. Fico a me perguntar se eu consigo colocar em pratica os ditos dessa mensagem?? Tenho minhas dúvidas!!
Para os papais da net. Um feliz dia dos pais.



:: 04 de agosto, 2008 ::

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PING-PONG

Eu merecia mais.
É sempre assim que pensamos,
só não percebemos
a qualidade do que estamos dando.
A vida, também, tem suas carências
e não quer ser tratada com displicência.
Ela dá, mas em troca quer receber
e isso não conseguimos entender.
Se dermos amor
será, exatamente, isso
que ela vai nos devolver.
Se espalharmos o ódio,
apenas isso ela terá a nos oferecer.
A vida age através das pessoas que nos cercam,
elas são o seu reflexo.
É como num jogo de ping-pong,
se você lançar a bola com perfeição
o outro jogador rebaterá com enorme satisfação

Autoria - Silvana Duboc

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Como eu no post anterior apresentei o cachorrinho da minha filha que ela tanto amava e que, infelizmente morreu a pouco. Resolvi colocar uma foto do meu cachorro que eu tive com muito amor. Era um pastor. Ficava mais do lado de fora da casa, mas eu deixava ele entrar. Pela carinha dele dá para notar que era muito manso. Ele não pegava nem môsca..rs..rs.
Ele morreu já fazem uns tres anos se não me engano. Pegou a doença do carrapato. Tratei como pude, mas atacou o coração. Foi horrível. Cachorro de porte grande é diferente porque voce não pode deixar livre dentro de sua casa. Eles saem balançando o rabo e quebram as coisas e o pastor soltam pelo. Saem na chuva e depois entram com o mal cheiro. O gostoso é ter um cachorrinho como minha filha tinha. Assim ela colocava em qualquer lugar da casa. Ate na cama. Ele tomava banho toda semana. O pastor não. Segundo o veterinário é muita escova. Ele se chamava Xango.
Quem sabe um dia eu não arrumo um novo companheiro pra mim?
Penso muito, mas ainda não quero assumir esta responsabilidade. Quero ter mais liberdade para quando minha cabeça estiver melhor eu poder viajar. E esses bichanos são como filhotes.
Ele não era fofinho tambem?